quinta-feira, 6 de agosto de 2015

99 COISAS PARA FAZER ANTES DE MORRER











A vida requer contrastes. Entre claro e escuro, calor e frio, bonança e ralação, velocidade e inércia, alegria e sofrimento. De preferência sem ingestão de Prozac, para que possa ser sentida em toda a sua plenitude. A vida sem esse jogo apodrece feito água parada. Sobre isso escreveu o poeta Francisco Otaviano: “Quem passou pela vida em branca nuvem. E em plácido repouso adormeceu. Quem não sentiu o frio da desgraça. Quem passou pela vida e não sofreu. Foi espectro de homem, não foi homem. Só passou pela vida, não viveu”. E mesmo sabendo que palavras não dizem muito — que atitudes dizem mais —, sugerimos uma lista de 99 pequenos e grandes gestos que, obviamente não irá mudar a vida de ninguém, mas poderá nos mostrar que a vida é curta para não ser pequena.
1 — amar, amar de novo, amar sempre
2 — trocar a parceria, se já não é mais possível a cumplicidade
3 — religar um sonho de juventude e se apaixonar perdidamente
4 — checar os instrumentos de voo, sem deixar que o amor à segurança lhe roube o amor à liberdade
5 — morar num país de cultura não-ocidental
6 — ler Finegans Wake, de James Joyce
7 — parar de elogiar Faulkner ou Clarice Lispector só porque os outros elogiam
8 — ler a Bíblia acompanhada de um bom dicionário bíblico
9 — trocar um vício por um novo hábito
10 — passar uma semana num mosteiro ouvindo o silêncio ou o zoar de seus ouvidos
11 — fazer amizade com uma pessoa excêntrica
12 — trocar o emprego por uma diversão, ainda que receba menos
13 — investir na bolsa e jogar num cassino
14 — praticar rapel ou canoagem
15 — faltar a um compromisso sem razão plausível
16 — negar um aval (ou todos)
17 — ficar uma semana sem tomar banho
18 — fazer tatuagens
19 — acrescentar ao seu o sobrenome de um ancestral
20 — examinar suas preferências como se você fosse outra pessoa
21 — perdoar a quem lhe ofendeu
22 — vingar uma maldade
23 — ir ao velório de um desafeto sem ódio e não rezar por ele
24 — dar a você mesmo um presente caríssimo
25 — admitir que errou e tirar experiência do erro
26 — ganhar dinheiro, depois achá-lo irrelevante
27 — não lamentar o tempo perdido
28 — aproveitar o tempo que ainda lhe resta
29 — valorizar as pessoas ao seu redor, por mais humildes que sejam
30 — aprender com os estúpidos
31 — não acreditar 100% em algo ou alguém
32 — converter decepção em ânimo novo
33 — duvidar do fracasso, bem como do sucesso permanente
34 — viver a vida como única, e o instante como último
35 — plantar uma dúvida e disseminar a consciência
36 — descrer das verdades estabelecidas
37 — ver o trivial como um mistério
38 — comover com uma coisa à-toa
39 — mudar para um sítio e cultivar a vizinhança
40 — dormir em rede numa casa construída sobre árvore
41 — aconselhar-se com uma criança
42 — duvidar da auto-ajuda e saltar no vazio com as redes da intuição
43 — fugir da automedicação
44 — suspeitar do médico
46 — ver o outro lado, olhar ao derredor, inclusive por baixo
47 — tomar decisão, apesar da dúvida
48 — descartar o excesso
49 — comprar uma roupa que nunca vai usar, pensando que vai
50 — cantar ópera (no banheiro)
51 — dar um presente a um desconhecido
52 — formar um jardim de ervas daninhas
53 — ter um réptil de estimação
54 — pertencer a uma sociedade secreta ou uma tribo urbana (emo, siriemo, gótico etc)
55 — ir a um terreiro de macumba
56 — achar o pouco bastante
57 — achar o pleno excessivo
58 — lutar esgrima
59 — fortalecer os ossos e os neurônios
60 — fazer sexo em grupo
61 — consultar uma cartomante
62 — aprender tarô só pelo gosto de duvidar
63 — achar Nova York decadente
64 — achar bregas as mulheres de topless na Côte D’azur
65 — afixar no quarto um calendário de borracharia
66 — namorar o(a) porteiro(a)
67 — desposar um(a) príncipe(esa)
68 — revelar um segredo
69 — guardar um segredo para sempre
70 — envergonhar-se das vezes em que não foi honesto
71 — beber absinto e sentir o cheiro das estações
72 — comer bumbum de tanajura numa tribo
73 — passar um dia inteiro com a mãe falando de velhos acontecimentos
74 — atravessar o país de bicicleta
75 — dormir num estábulo
76 — fazer amor no feno
77 — andar a cavalo em pelo
78 — rir do prejuízo que levou (só Deus sabe de antemão o negócio que vai dar certo)
79 — sair pelado(a) no carnaval
80 — declamar Maiakósviski numa festa de empresários
81 — falar de Peter Drucker num encontro de poetas
82 — plantar bananeira na Câmara Federal
83 — dar uma banana pro Senado
84 — chamar um ministro do Supremo de Psit
85 — fazer xixi no Memorial JK
86 — apostar numa causa nem que para isso tenha que vender um rim
87 — ir a pé à festa da padroeira
88 — posar para foto cruzando a faixa da Abbey Road
89 — tomar chope num pub londrino de costas para McCartney
90 — aprender um ofício inútil
91 — namorar sem pensar em casamento
92 — casar com a mesma convicção com que namora
93 — começar um empreendimento depois dos 80
94 — vender um negócio extremamente promissor
95 — lembrar que o passado não existe, que o futuro não existe e que o presente é duvidoso
96 — ver que nem tudo que brilha é lantejoula
97 — separar o trigo do joio e colher o joio
98 — conquistar algo sem dar a alma em troca
99 — manter a serenidade diante de uma perda radical por saber que amanhã será outro dia
 POR EDIVAL LOURENÇO

O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente




Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em 'Por que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?' explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social - é o nervosismo que os torna mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências sociais, o que as impede de aproveitá-las.
Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se comportem de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um 'modo de alerta', ficando especialmente nervosos em relação a ameaças. 
Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo, eles passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social - como pessoas isoladas no vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição. 
Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como solitários entram nesse modo de 'alerta'. Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral quantificada. 
Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é considerada automática e subconsciente. 
Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza). 
Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que era idêntico mesmo se a palavra negativa era social ou não. Mas depois desse ponto o cérebro passava a reagir diferente com as palavras negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo qeu eles entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480 milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'. 
Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra. 
E isso é preocupante - afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do qual falamos lá em cima - e pode explicar o motivo pelo qual os solitários tÊm mais problemas de saúde e vidas mais curtas. 

PAUL MCCARTNEY COM BLUESEIROS DAS ANTIGAS





A síntese foi feita como que por acaso, no delta do rio Mississipi. A escravidão da lei já não existia, restava a escravidão da alma para os velhos negros e seus descendentes nas periferias da sociedade de consumo dos Estados Unidos do pós-II-guerra.
Esse foi o caldeirão de cultura que gestou o blues, traduzindo lágrimas em acordes brutos de cordas empoeiradas em surrados violões.
É aí que estão as raízes da maior força contra-cultural do século XX, o rock n’ roll, transformando rebeldia e ousadia em inspiração e estilo de vida para os jovens de classe média, ou pelo menos uma parte a resistir aos comandos e desmandos do sistema capitalista sem questionar.
Pois nesse começo de semana o mundo te oforece a oportunidade de mergulhar de cabeça e curtir 29 minutos dessa história.
Paul McCartney publicou no youtube o out-take das gravações do seu novo vidoclipe, Early Days. São cenas de uma jam com grandes bluesmen como Roy Gaines, Al Williams, Dale Atkins, Henree Harris, Motown Maurice e Lil Poochie, além do ator Johnny Depp.
Peraí… Johnny Depp? Explica aí, Paul:
“I happened to ring Johnny Depp…I said, ‘Come along and we’ll sit around and jam with these blues guys.’ He said, ‘Yeah, OK, count me in, man.’ I knew it was an offer he couldn’t refuse.”

Viaje abaixo nessa inspirada sequência:Ah! aproveite para ver o clipe de Early Days, do disco New de Paul. O clipe foi patrocinado pela Mircosoft:

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Mãe gata enfrenta chamas cinco vezes pra salvar filhotes de incêndio



Uma corajosa gata chamada Scarlett vivia com seus cinco filhotes numa garagem abandonada no Brooklyn, Nova York, frequentada por viciados em crack, quando um incêndio começou por causas desconhecidas. Os bombeiros responderam ao chamado e rapidamente apagaram o fogo. Quando o problema foi controlado, um dos bombeiros, David Gianelli, notou a gata carregando seus filhotes para longe da garagem, um por um.
Scarlet ficou severamente queimada, cega e com suas orelhas e patas queimadas, mas mesmo assim se certificou que seus filhotes estavam todos a salvo, os tocando, antes de desmaiar. Todos os filhotes, menos um, sobreviveram. A mãe recuperou a visão depois de uma cirurgia.
Por Vicente Carvalho | 

Campanha contra o bullying: Nerds hoje, chefes amanhã

Campanha contra o bullying: Nerds hoje, chefes amanhã



Quem nunca ouviu falar nesta frase: “Os nerds de hoje serão os chefes de amanhã”? A VH1 lançou um vídeo criado pela Del Campo Saatchi & Saatchi que retrata muito bem estra frase. Criaram uma nova versão da música “I Will Surive” voltada para os nerds que sofrem bullying. O resultado ficou bem engraçado e vale o clique. Confira:




SEGUNDO A CIÊNCIA, ESSA MULHER TEM O CORPO MAIS PERFEITO DO MUNDO!

SEGUNDO A CIÊNCIA, ESSA MULHER TEM O CORPO MAIS PERFEITO DO MUNDO!

Ao longo dos anos a gente foi condicionado a achar que um corpo feminino perfeito deve ser alto, magro, sem qualquer bordinha de catupiry saindo pelos lados. No entanto, os estereótipos estão ficando cada vez mais flexíveis.
De acordo com um estudo feito pela Universidade do Texas, a modelo e atriz britânica Kelly Brook tem o corpo mais perfeito do mundo, rompendo todos os paradigmas estabelecidos anteriormente. O estudo baseia-se na premissa de que todas as partes do seu corpo são impecavelmente proporcionais.
Brook tem 34 anos, 1,68 de altura, e suas medidas são 90-60-86!
E aí? Você concorda?

Show de Jimi Hendrix em 1970 será base para documentário e disco ao vivo




por ROLLING STONE EUA
3 de Ago. de 2015 às 17:12

Show de Jimi Hendrix em 1970 será base para documentário e disco ao vivo

Jimi Hendrix: Electric Church chega às lojas em outubro, enquanto o álbum duplo Freedom: Atlanta Pop Festival será lançado em agosto
A apresentação do Jimi Hendrix Experience em 4 de julho de 1970 no Atlanta Pop Festival será tema de novos documentário e álbum ao vivo. Jimi Hendrix: Electric Church, filme sobre o show do guitarrista no Atlanta Pop, terá estreia no canal de TV por assinatura norte-americano Showtime em 4 de setembro. O doc também será lançado em DVD, no dia 30 de outubro, com alguns bônus.
O documentário trará entrevistas com integrantes da banda, Billy Cox e o falecido Mitch Mitchell, assim como Paul McCartney, Steve Winwood, Kirk Hammett, o organizador Alex Cooley e mais. O Atlanta International Pop Festival foi marcado por ter a maior plateia norte-americana em um show de Hendrix em todos os tempos, com 300 mil pessoas estimadas em Byron, na Georgia, ao sul de Atlanta.
As gravações trazem muito do cancioneiro de Hendrix, de “Foxy Lady” e “Red House” (do disco Are You Experienced) aos temas lançados de maneira póstuma “Straight Ahead” e “Room Full of Mirrors”. Uma vez que o show aconteceu em 4 de julho, Hendrix naturalmente fez uma performance de “The Star Spangled Banner”, o hino dos Estados Unidos.
Jimi Hendrix: Electric Church será precedido pelo lançamento de Freedom: Atlanta Pop Festival, em 28 de agosto, com o áudio da apresentação de 16 músicas de Hendrix em 4 de julho de 1970. O disco ao vivo será lançado pela Experience Hendrix e Legacy Recordings em pacotes com dois CDs ou dois LPs. As primeiras 5 mil cópias em vinil serão numeradas individualmente.
Tracklist de Freedom: Atlanta Pop Festival
Disco 1
1 – “Fire”
2 – “Lover Man”
3 – “Spanish Castle Magic”
4 – “Red House”
5 – “Room Full Of Mirrors”
6 – “Hear My Train A Comin’”
7 – “Message To Love”
Disco 2
1 – “All Along The Watchtower”
2 – “Freedom”
3 – “Foxy Lady”
4 – “Purple Haze”
5 – “Hey Joe”
6 – “Voodoo Child (Slight Return)”
7 – “Stone Free”
8 – “Star Spangled Banner”
9 – “Straight Ahead”